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Como pode ser esperado de um blog, se trata de uma obra em andamento. No momento, publicamos aqui três tipos de textos que se adequam à definição de um blog.

  • em inglês: textos que Touché e Guy publicam com uma certa regularidade no LinkedIn.
  • em português: as contribuções abaixo de Touché ao site de nossa empresa no LinkedIn, e postagens anteriores para Brasil com Z, blog de brasileiros expatriados sobre os países onde moram. A participação terminou algum tempo atrás, mas os textos de Touché continuam sendo interessantes.
  • em português, holandês, inglês e francês: sempre que viajamos, enviamos newsletters para os amigos em vários países. No ínicio, as mensagens eram somente em português, depois foi adicionada uma versão em holandês e em 2016 fomos loucos o suficiente para escrever em francês e inglês também durante nossa estada em Nova Zelândia/Austrália e Costa Rica. Vamos progressivamente postar alguns relatos de viagem, voltando no tempo.

Nota: a última mensagem está no topo. Use o menu à direita ou role para baixo para encontrar mensagens mais antigas.

nossa empresa Toucheguy no LinkedIn em 2025-2

Insistir, persistir ou desistir?

Começando pelo dicionário, que costuma ser fonte confiável para definir o que a gente não sabe o que é mesmo sabendo o que significa. Devidamente protegidos pela excelente reputação do Instituto Antonio Houaiss, aqui nos referimos a estes verbos, por muito importantes na nossa vida diária, seja a nível das relações pessoais como – talvez mais complicado ainda – no trato das inúmeras questões burocráticas que temos que enfrentar e que surgem num flow contínuo, imprevisto e sobretudo indesejado. Talvez esta rápida pesquisa e análise nos ajude na tomada de decisões bem como no auto-conhecimento, já que por definição somos diferentes. Vamos pensar um pouco sobre o sentido e impacto de tais palavras, na esperança de que um esclarecimento mais aprofundado nos possibilite melhorar nossa compreensão e a tomada de decisão sobre as ações que tentaremos realizar para o que virá em seguida.

Insistir:
1) pedir novamente (algo) a (alguém),
apesar de já ter recebido uma ou várias recusas
2) aconselhar (algo) a (alguém) novamente ou várias vezes
3) repetir, reiterar, perseverar, continuar, não desistir
Persistir:
1) demonstrar constância, insistência, perseverar
2ontinuar a ser (de uma certa maneira), conservar-se, perdura
Desistir:
1) Não prosseguir em um intento, abri mão voluntariamente de algo
2) abster-se, abdicar, renunciar
3) deixar de estar ligado a (alguém), renunciar
4) reconsiderar, retratar-se
5) defecar, evacuar

Tempos antigos

Tempos antigos

Com tantos significados, torna-se imperioso determinar o âmbito do uso desejado, senão corremos o risco de nos perdermos semanticamente. Por exemplo, se nosso objetivo fica na esfera das relações pessoais, algumas definições não coadunam com atividades gastronômicas e/ou digestivas…

A tecnologia da comunicação tem possibilitado novas formas de contato desde que a internet se tornou parte integrante de nossas vidas e literalmente nos vimos frente a programas que já não vivemos, mas instalamos, muitos dos quais tem a ver com a socialização, ou a decisão de não fazê-lo à distância, ainda que em alguns lugares o correio ainda mantenha a forma tradicional de atendimento, com agências e guichés onde um ser humano dá suporte a quem precisa enviar correspondências, pacotes, etc.

Com a digitalização generalizada, ´cartas´ soam como objetos encontrados em bibliotecas e/ou museus e o trabalho para o envio passou a ser realizado pelos próprios clientes: preenchimento dos formulários, pesagem do que será enviado, pesquisa sobre o valor do porte e o pagamento (devidamente comprovado), tudo feito bonitinho online, você só tem que ir a algum lugar onde tenha uma caixa de correio e depositar tua carta, ou entregar teu pacote em algum supermercado, que passou a ser o lugar onde habitualmente se entregam/recebem encomendas, fora postos específicos da transportadora.

Muy bien, cá estamos. Com tanta complicação, você insiste e persiste, ou desiste? Digamos que se você se tornou um ser internético, muito provavelmente tem utilizado sites de contato, seja para fins profissionais como pessoais. Aqui, a persistência é mais determinada pelas questões vinculadas ao teu trabalho ou objetivo em si, do que à tua motivação de se encontrar com as pessoas envolvidas. Mas...como decidir entre o ´insistir´ e o ´desistir´ quando se trata de contatar alguém que te inspira intelectual e, mais complicado ainda, emocionalmente?

Os slogans são tantos! Não invadir a privacidade, não se impor, não virar ´stalker´, empatizar com o quanto tal inspirador/a está (sempre) ocupado/a, respeitar o tempo do outro, etc etc...olha, como manter acesa a chama que iluminou teu olhar? Você entende tudo isso, aliás, salvo raras exceções, a maioria das pessoas que internetam também tem muitas atividades, muitas ocupações, muitas responsabilidades e deadlines, mas você considera manter o contato vivo a despeito de tua própria agenda cheia. Sobretudo, se trata de manifestar uma emoção positiva. Mas em muitos casos ocorre que você acabe por ser tratado como um pedinte de atenção, gente chata, puxa vida, não me pressione, não vê que estou tão busy???

Num primeiro momento, você insiste – reafirma teu interesse e se coloca disponível. Depois...bueno, depois você persiste, compreendendo que não se trata de desinteresse do Outro/a, mas das contingencias que o/a impedem de estar com você. Por quanto tempo esta situação dura? A cada um de saber. Porém, mais cedo ou mais tarde, a encruzilhada da decisão se aproxima: você desiste ou persiste?

Difícil resposta. Ninguém gosta de se sentir abandonado.
Difícil resposta. Você não quer abandonar quem você gosta.
Difícil resposta: Até quando?

Ai ai...aqueles slogans...

Touché Guimarães, publicado pela primeira vez no LinkedIn em 23/11/2025.
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Quem ama cuida!

Felizmente, cada vez mais se ouve, lê e comenta sobre a necessidade de preservar nosso planeta, o que, evidentemente, envolve todas as formas de vida que existem e que, em princípio dependem da raça humana para não se extinguirem. Que bom, se pode constatar a progressiva preocupação existente no mundo todo e a consciência da fragilidade da natureza e dos animais que nela vivem tem levado muitas pessoas a se unirem em torno da urgência de agirem para que o verde não vire deserto, que os mares não morram, que o ar possa seja respirável, enfim, o ditado ´a união faz a força´, é motor propulsor para que quem ama VIVER dê sua contribuição, pois o ´sei que é necessário, mas não acredito que vai melhorar então deixa quieto´, só serve mesmo é como auto-álibi para o egoísmo e o individualismo. Somos parte da natureza e devemos cuidar dela e seus habitantes com o amor que merecem. Cada pequena ação tem valor, e não podemos ficar assistindo ao triste reality show que tem sido a destruição do que vive.

Ou seja, na compreensão e aceitação de nossa impossibilidade de salvar o planeta, entendemos que cada um tem a responsabilidade de agir, dentro da pequena esfera de ação em que cada um se encontra, a fim de impedir o desastre total. E é assim que em vários países onde o inverno significa o repouso das árvores, muitos passarinhos precisam da contribuição de nós, humanos, para não passarem fome durante tal estação, ainda que suas maravilhosas plumas lhes ajudam a manter o calorzinho. Ou seja. Se você chegou à Terra na forma de passarinho, conta com agasalho em qualquer tempo e lugar onde tenha aterrissado.

Cuidando dos passarinhos com amor!

Cuidando dos passarinhos com amor!

Mas, aqueles que amam esses bichinhos voantes e moram em países onde o inverno não facilita sua busca de alimentos, orecisam pensar nisso, e considerar que tem a possibilidade de criar áreas de gastronomia passarinhística, instalando o que chamamos de ´birds-restô´ (sendo ´restô´ um nomezinho familiar para ´restaurante´) em suas moradas, em qualquer área externa – tanto pode ser terraço, varanda, jardim ou quintal… - sendo que os diferentes modelos tanto podem ser criação pessoal quanto adquiridos nas diversas lojas que vendem produtos para animais-não-humanos, sendo que algumas vendem online também.

Na Escandinávia é comum se ver tais ´restôs´, pois no início do outono os passarinhos se organizam para sua viagem rumo aos países do sul, onde as temperaturas são mais favoráveis aos seus delicados estomaguinhos, já que fica frio demais para os bichinhos. Um dos momentos mais emocionantes no que toca a esta reunião acontece em países como no norte da Holanda e, em alguns pontos no sul da Dinamarca, como em Ribe e Tonder geralmente em agosto/setembro acontece o ´Sort Sol´ (´sol negro´), onde milhares de estorninhos se juntam antes de levantar vôo para sua viagem anual, sendo que este maravilhoso espetáculo atrai turistas e ornitólogos do mundo inteiro.

Bueno... mas nem todas as espécies de passarinhos que moram no norte da Europa, tem o hábito de emigrarem no inverno, e assim retornamos à necessidade de alimentá-los em seu habitat. Normalmente as atividades dos restôs se inicia no final de outubro/inicio de novembro. É bem curioso notar que, aos se encher as ´casinhas´com as comidinhas deles, é necessário aguardar alguns dias, até que a bird-net seja efetivamente conectada e eles comecem a frequentar os restôs. Momento de grrrrande suspense, quando será que virão???

Ignorantes que somos em matéria de comunicação voadora, só nos toca é ficar à espera, observando a cada dia se nossos ´clientes´ já aceitaram nosso convite ou se ainda estão em reuniões para decidir a agenda e os convites…

É evidente que instalar e manter um bird-restô pressupõe o amor que se tem aos bichinhos. Mas não só. Ainda que o custo material da manutenção dos bons e saudáveis cardápios não seja exorbitante, consideremos que a boa reputação de um restô implica o aumento anual do numero de clientes a cada inverno, mas com felicidade não se barganha (salvo quando seja totalmente impossível) e contar com a companhia de passarinhos lindinhos, adoráveis, delicados, fofinhos e lo que sea, como visitantes-clientes permite a alegria que somente a verdadeira beleza pode proporcionar.

Viva os birds!

Touché Guimarães, publicado pela primeira vez no LinkedIn em 31/10/2025.
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Cargos vs Confiança

Quem vive no Brasil, ou simplesmente conhece curiosidades verde-amarelas sem necessariamente ter a experiencia do que significam na prática, muito provavelmente já ouviu falar de 'cargos de confiança, sem que a expressão tenha sido decodificada empresarialmente. Tipo assim, você viu um anúncio para uma vaga de emprego e o perfil d@ candidat@ ideal bate com tuas qualificações. Puxa, que legal, isso é o primeiro passo para você sair da desconfortável situação de desempregado, status que só não incomoda mesmo é quem já tem um emprego ou, melhor ainda, quem não precisa de trabalhar – e neste caso não tem muito a ver você ter se proposto a ler sobre cargos e confiança.

Em seguida, baseado na tua necessidade de encontrar um emprego e a ignorância sobre o que (não) consta na descrição do cargo e funções, você envia carta de motivação, Curriculum e quaisquer outras informações indicadas como pré-requisitos para que você possa ser incluído na lista dos candidatos a serem contatados para uma entrevista, e guarda a esperança de ser chamado, sem que seja claro quanto tempo isso demorar, mas já sabendo de antemão que muito provavelmente você só receberá qualquer resposta se for positiva, porque as empresas não costumam se dar ao trabalho de contatar alguém que não lhes interessa como funcionário.

Como chegar lá...

Como chegar lá...

Pois é. Enquanto espera, você talvez não tenha se dado conta de um fato curioso: nas ofertas de emprego não é especificada a questão da confiança e você pressupõe que nem seja necessário pensar neste detalhe, já que evidentemente (para você) qualquer profissional que se proponha a preencher uma vaga tem clara a questão da ética e é merecedor da confiança de seu possível empregador. Estranho esta omissão, levando-se em conta que existem cargos que só podem ser preenchidos por profissionais cujos conhecimentos e experiência possibilite serem contratados para os chamados ´cargos de confiança´.

Ninguém te disse nada durante o processo seletivo e você ficou muito feliz de ser sido escolhido para a vaga, sendo que a omissão de tal informação não te levou a sequer a cogitar a possibilidade de não ser considerado um funcionário de confiança. Você se candidatou a um cargo, foi escolhido pelos selecionadores e está pronto para fazer o melhor para contribuir para o crescimento da empresa, etc. Só que o que você não sabe é que o teu cargo possivelmente não é de confiança!!! E que, para ter acesso a uma tal posição você deverá comprovar que preenche os requisitos sobre as qualidades profissionais de outras maneiras que vão além do que foi descrito no teu contrato de trabalho. Aqui, trata-se das sutilezas que sequer as entrelinhas contém.

Na maioria dos casos é somente depois que você começa a trabalhar que a expressão 'cargo de confiança'. chega até teus ouvidinhos inocentes. Sendo moderno, você busca o ChatGPT para se informar, pois seria meio vexaminoso perguntar a algum colega. Eis o que você precisa(va) saber, copiado do referido Guru Tecnológico:

'Em resumo:

  • Na iniciativa privada, significa uma função de maior responsabilidade, com regime diferenciado na CLT.
  • No setor público, é um cargo em comissão, de livre escolha da autoridade.'

Ou seja: você não é um profissional ´de confiança´, salvo se teu cargo é definido como tal.

Parabéns aos ilustres merecedores de tal honra!!!

Touché Guimarães, publicado pela primeira vez no LinkedIn em 27/03/2025.
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Irritabilidade

Além dos fatores antigos – como tráfico, poluição, barulho e coisitas do tipo, que sempre prejudicaram a saúde e o bem-estar – nos últimos anos as contínuas ondas de calor, causadas sobretudo pelo aquecimento global e o descaso com que o tema é tratado pelos poderosos – tem progressivamente aumentado as temperaturas e reduzido a resistência física e emocional de todos, devido à falta de energia que esta situação causa, a qual fica mais evidente para aqueles que tem baixa resistência ao calor – uma enorme parte da população mundial.

Algumas pessoas são como vulcões..

Algumas pessoas são como vulcões..

Os efeitos afetam fortemente quem tem uma rotina de vida e ritmo de trabalho normal (xxx horas de trabalho/dia), pois não dá prá pensar num pique muito legal quando se está sofrendo os efeitos do calor excessivo. Claro, falamos em pessoas-pessoas, reais, não fake. Pois é fato sabido que felizmente (para eles/elas) existem aqueles (muito poucos) que, em momentos tais, simplesmente se deslocam a lugares onde o clima (pelo menos ainda) ainda não está tão alterado, onde se permitem ficar bonitinho vendo as belas paisagens enquanto se beneficiam da passagem das graciosas nuvenzinhas e das frescas brisas que motivam as árvores (sim, locais assim sempre tem árvores) a realizarem suas danças variadas, para satisfação de todos os presentes que nem se dão ao trabalho (agh, que palavra feia!) de aplaudir o maravilhoso espetáculo. Nestes oásis qualquer menção a temperaturas altas que não se refira às saunas e piscinas especiais, seria considerada, no mínimo, globalmente incorreta.

Muito bem, voltemos à plebe ignara. Muito provavelmente não temos como evitar o contato com outros sofredores ´caloríferos´ e as consequências são, salvo situações específicas – muito desagradáveis. As pessoas se tornam (ainda mais) intolerantes e irritáveis, o que leva a muito atritos desnecessários, decorrentes sobretudo de seu mal estar (o mal do estar naquele momento naquele lugar infernalmente quente sem ter como sair dali). Claro, tem gente que é irritável por natureza, e o pobrecito do aquecimento global não tem tanto a ver com as explosões pessoais. No entanto, como o clima entre as pessoas está muito conectado com o clima da atmosfera, para que a gente possa ficar ´frio´ é positivo entender um pouco sobre do que se trata essa fervura toda.

Segundo a Wikipedia, "irritabilidade é ´a capacidade excitatória´ (uau! que palavra ´quente´ essa: excitatória...) que organismos vivos possuem para responder a mudanças em seu meio ambiente (…) podendo ser demonstrada em atitudes que são respostas tanto a estímulos fisiológicos quanto comportamentais, incluindo os aspectos ambientais, situacionais, sociológicos e emocionais."

Considerando que esta definição coincide com o que se sabe sobre raiva e agressão, alguns cientistas tem realizado pesquisas a fim de estabelecer critérios especiais que sejam relevantes para se estabelecer um tratamento. Por exemplo, já ficou estabelecido que irritabilidade é um baixo limite de resistência à frustração, sendo também associada a certas condições da saúde mental, e algumas destas são características básicas de alterações de humor. Entre os vários níveis de gravidade e causas, um dos fatos mais comuns que levam a reações de irritação é a distração causada por fatores que levam alguém a perder o fio de um pensamento. No entanto, pode-se pensar em irritabilidade como uma reação a situações desagradáveis, de forma geral.

Fica claro que o que é percebido como uma situação desagradável por uns, podendo gerar respostas de irritação, não necessariamente irrita outras pessoas, ainda que certos aspectos do contexto social possam ser indicadores fortes que levam à insatisfação. É importante levar em conta as diferentes características pessoais como histórico familiar, temperamento, intolerância e, até mesmo, o nível de inteligência intelectual (quem aprende com facilidade costuma ser impaciente com quem não tem raciocínio rápido, e aqui a inteligência emocional não tem muito o que fazer...), o que pode levar a um contínuo de impaciência > irritabilidade > impaciência > irritabilidade... e haja pa pa paciência para tocar esse barco...

Bueno... explicações científicas são sempre mais fáceis de entender quando não afetam diretamente a vida da gente... No caso, saber que irritabilidade pode ser associada a ´diferentes condições de saúde´ ajuda, mas, convenhamos, lidar com gente irritável nem sempre é fácil! De todos os modos, quando se tem algum conhecimento sobre os diferentes fatos da vida, sempre é possível que o aprendizado nos leve a melhorar nossa própria condição como pessoa e progredir na difícil arte da tolerância e poder conviver melhor uns com os outros. Então, vamos aprender un pokito, né? Sem ficarmos irritados com as dificuldades em por novos aprendizados em prática, de preferência.

Touché Guimarães, publicado pela primeira vez no LinkedIn em 21/08/2025.
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Obviedades

Ainda que possa parecer estranho, o conceito básico sobre obviedade não é óbvio. O que sim é óbvio é que cada pessoa pode entender o que é obviedade de forma que de óbvio não tem nada.

Indo por etapas e iniciando nossa pequena análise sobre o tema aqui proposto, buscamos o apoio dos especialistas no estudo de línguas, e aí ficamos a par de que o português, assim como o latim é uma das línguas pertencentes ao tronco Indo-Europeu, onde faz parte da família Itálica, e foi levado para a península Itálica pelos ´latinos´, povo que habitou principalmente a zona centro-meridional da península Itálica no I milênio a.C., tendo se estabelecido no Lácio, região situada ao longo do rio Tibre, onde se desenvolveu a civilização romana.

Buscando explicações...

Buscando explicações...

O latim vulgar, (também conhecido como ´latim coloquial ou popular ou falado ou vernáculo), que foi introduzido no oeste da Península Ibérica há cerca de dois mil anos no norte de Portugal e na Galiza, originou o português e o adjetivo ´óbvio´ provém do Latim ´obvius´, mas não é óbvio que o termo indique que o que é vulgar seja uma obviedade no mundo.

No entanto, sempre se pode questionar alguns fatos óbvios, se levamos em conta que os dicionários definem ´óbvio´ como ´fácil de entender´, ´que não se pode por em dúvida´, ´incontestável´. Não necessitamos de muito estudo para perceber a evidência dos desastres ecológicos que tem ocorrido nas últimas décadas, causando destruições e mortes, que poderiam ser evitadas se quem detém o poder tomassem as decisões e medidas necessárias para que a vida fosse respeitada em todassuas formas e em todos os lugares. Mas, obviamente, sabemos que tal não acontece.

Assim, não precisa ser diretamente afetado por qualquer destas catástrofes para entender que a sociedade mundial precisa urgentemente de representantes que entendam a situação de perigo em que nos encontramos todos e o planeta em si. Cada indivíduo tem sua parcela de responsabilidade na proteção do meio ambiente mas infelizmente dependemos sobretudo da ação política para que leis pró-ecologia sejam escritas e aprovadas pelas instâncias oficiais e – sobretudo – postas em prática..

Temos motivos mais que suficientes para entender que a natureza não pode sobreviver à destruição causada por interesses financeiros de uma minoria já rica em dinheiro. É fundamental para o futuro dos jovens e crianças que o que existe (ainda) de recursos naturais seja preservado. Não se trata de transferir a responsabilidade do que está acontecendo contra a vida devido às decisões tomadas em altas esferas aos que são as vítimas não causadoras de tal destruição.

Se esta situação não ficou clara o resultado será o Planeta-Nada. Um exemplo bem atual: não adianta fazer circular na internet petições ´pedindo´ ao Presidente brasileiro que dê o veto às leis que permitam devastar a floresta Amazônica. Não se trata de alertá-lo sobre as vantagens diplomáticas para sua reputação como político. Proteger a Amazônia significa proteger a Vida.

É óbvio ou não????

Pois é, o óbvio de um não é óbvio para outro. Sobretudo quando o outro não pensa nos outros.

Obviamente.

Touché Guimarães, publicado pela primeira vez no LinkedIn em 27/07/2025.
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